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Inovação aberta: o caminho para a retomada da economia no pós-pandemia
PorRTM
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Foto: Freepik

A inovação aberta não é um tema novo no mundo dos negócios. A prática de se conectar com outros agentes, sobretudo startups, já é adotada há anos por corporações que visam obter os mais variados retornos. No entanto, a chegada da pandemia da Covid-19 fez com que cada vez mais empresas busquem soluções no ecossistema para acelerar seus processos de transformação digital.

Prova disso são os recordes de investimentos em startups feitos por fundos corporativos brasileiros e globais. Segundo o Corporate Venture Capital Report 2021, entre janeiro e julho de 2021, o volume de aportes de Corporate Venture Capital (CVC) no Brasil chegou a US$ 622 milhões, triplicando o valor investido em 2020. Segundo a CB Insights, os valores investidos globalmente se aproximam dos US$ 80 bilhões e já totalizam 2099 deals no ano.

Os números de fusões e aquisições entre empresas seguem a tendência de crescimento. No panorama global, foram cerca de 5200 deals de M&As entre janeiro e junho de 2021, com aumento de 109% ano a ano, de acordo com a CB Insights. No Brasil houve um crescimento de 156% nas transações, em comparação com o primeiro semestre do ano passado. O Distrito identificou 113 M&As nos seis primeiros meses deste ano, o que já representa 66% do total realizado em 2020.

Afinal, o que faz o ecossistema de inovação aberta estar tão aquecido? Acompanhe ao longo deste artigo o porquê a colaboração entre empresas é o caminho para a retomada da economia no pós-pandemia.

Novas tecnologias

Já é consenso que se uma grande corporação optar por inovar por conta própria, ela levará muito mais tempo e gastará muito mais recursos. Os investimentos de negócios já estabelecidos em startups são uma maneira para as corporações entrarem em contato com o que há de mais inovador no mercado, além de diversificar a fonte de renda da companhia.

Portanto, um dos principais motivos para a inovação aberta estar crescendo no Brasil e no mundo é a possibilidade de se atualizar e implementar de maneira rápida as novidades tecnológicas para garantir competitividade para as empresas.

Comportamento do consumidor

Os consumidores estão procurando cada dia mais praticidade e imediatismo para resolver seus problemas, principalmente em um contexto em que o digital é tão importante. Por meio da inovação aberta, as empresas conseguem colocar em prática de maneira mais rápida o conceito de customer centricity. Isso porque as inovações trazidas pelas startups trazem ferramentas digitais que permitem acompanhar os comportamento do público e efetivar uma personalização contínua de produtos e serviços.

Amadurecimento do ecossistema

Especialistas afirmam que o cenário de inovação e startups no Brasil está finalmente encontrando sua maturidade. A inovação aberta encontra um mercado cada vez mais maduro e preparado para a colaboração entre empresas e outros agentes do ecossistema.

A maior liquidez no mercado de venture capital também é outro fator que impulsiona a competitividade entre empresas que querem investir em startups e, com isso, a tendência é que os aportes sejam cada vez maiores, fazendo girar a roda da economia.

Este texto foi produzido pelo Distrito.

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