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Infraestrutura e TI nas fintechs: por que adotar um cloud server especializado

Uma mulher segura um notebook em frente à servidores de um data center.

Da infraestrutura e TI ao atendimento, a tecnologia nunca foi estranha ao setor financeiro, muito pelo contrário. Mas, se tradicionalmente o segmento era um seguidor de inovações, com as fintechs estamos falando da inovação proativa por meio da aplicação da tecnologia às finanças. Com isso, o setor é alçado a outro patamar, em que o posicionamento das instituições é, em primeiro lugar, o de uma empresa de tecnologia – isto é, cujo core é baseado em soluções em TI de ponta e cujo DNA é a disrupção no mercado financeiro.

Para ganhar competitividade nesse cenário, é preciso adotar as soluções mais adequadas. Neste artigo, vamos entender o contexto de crescimento das fintechs e por que investir em infraestrutura e TI especializada é fundamental. Acompanhe!

O crescimento das fintechs no Brasil e no mundo

Não é por casualidade que o olhar dos investidores está voltado para as fintechs no mundo todo. O mercado está investindo pesado na consolidação de soluções, sobretudo das já maduras, como sistemas de pagamentos. Em 2019, de acordo com estudo do Bancos de Compensações Internacionais, o investimento global cresceu 16%, chegando a $ 140 bilhões, e o valor das fintechs chegou a um acumulado, só entre os unicórnios, de mais de $ 1,3 trilhão.

Na América Latina, segundo o mesmo estudo, o crescimento das fintechs começou mais tarde do que em outras regiões do mundo, mas se aqueceu rapidamente. Em apenas dois anos (2017-2019), o investimento cresceu mais de 100%, e o número de negócios, 28%.

No Brasil, em particular, apesar da (ou talvez justamente em virtude da) baixa bancarização e da alta concentração do sistema financeiro, as fintechs formam o maior mercado da América Latina em termos de investimento e negócios, sobretudo em bancos digitais e serviços de pagamentos.

Tanto interesse de investidores não existiria se o público não tivesse aderido aos serviços dessas empresas. Citando ainda o estudo do BIS, no Brasil, 64% da população digitalmente ativa utilizou os serviços de pelo menos uma das 828 fintechs do país.

Com base nesse panorama, já está claro que o setor de fintechs está ganhando tração e que, com as perspectivas de open banking, recebíveis e outras, deverá continuar a crescer.

Para isso, infraestrutura e TI robustas, que garantam escalabilidade e estabilidade, vão ser fundamentais para dar conta das operações. Nesse caso, deixar a gestão para um provedor especializado no setor financeiro, como a RTM, pode ser um diferencial. Entenda a seguir o por quê.

Leia também: 6 movimentos que impulsionaram mudanças no setor financeiro brasileiro em 2020. 

A importância de contar com bons parceiros em infraestrutura e TI para apoiar o crescimento

Já se foi o tempo em que infraestrutura e TI se faziam em casa. O outsourcing desse serviço, seja em nuvens públicas ou privadas, como o cloud server da RTM, é uma realidade. E não só por uma questão de modernização – de todo necessária para as fintechs poderem usufruir das mais recentes inovações tecnológicas -, mas para a desoneração delas de todo o processo de gerenciamento da infraestrutura, que, além de tomar tempo e energia que poderiam estar dedicadas ao negócio, tem um custo alto que nem sempre se reverte nos benefícios esperados e necessários para as operações.

No caso das fintechs, em particular, na medida em que a necessidade de processamento e o nível de complexidade de seus sistemas avançam rapidamente, atendimento com rapidez e eficiência, sem burocracia, sob demanda e com segurança, às demandas sempre cambiantes de performance é fundamental.

Cloud Server e Hub RTM: a infraestrutura ideal para fintechs

Cloud server

A nuvem privada consegue aliar a segurança de um ambiente dedicado – já que os workloads são segregados por meio de firewall -, tal como a de um data center on-premise, com todas as funcionalidades das estruturas modernas da cloud pública, como escalabilidade, elasticidade, confiabilidade, redução de custos e gestão terceirizada que as fintechs precisam.

No Cloud Server, a nuvem privada da RTM, montamos a infraestrutura de TI que as fintechs precisam para atender aos típicos requisitos de TI do setor financeiro – de servidor virtual a backup -, oferecemos suporte a suas operações e, ainda, fazemos todo o monitoramento e controle de segurança de seus ativos.

Por fim, para garantir a estabilidade e a performance, o Cloud Server é configurado com alto nível de redundância, com possibilidade de contingência para os sistemas críticos e de monitoramento 24×7.

HUB RTM

O HUB RTM foi desenvolvido para atender a Circular nº 3.765 do Banco Central, proporcionando a recepção, transformação, envio e retorno de arquivos com ordens de liquidação de cartões e antecipação de recebíveis centralizada na CIP.

Com a plataforma, os arquivos são colocados no layout da CIP, há visibilidade do status das grades de horários e monitoramento 24×7, tudo sem necessidade de investimento em infraestrutura e licenças pela parte da empresa, além de uma equipe especializada para desenvolvimento e suporte.

A solução também atende a Circular nº 3.952 do Bacen, que exige que credenciadores e subcredenciadores enviem para registradoras suas agendas de recebíveis de cartões de crédito. A plataforma possibilita o envio de agendas e travas para o sistema R2C3 da CIP, que substituiu o SAR e o SERAP.

Infraestrutura e TI nas fintechs: por que um parceiro especializado?

O setor financeiro, dadas as regulações, tem inúmeras especificidades quando comparado a outros segmentos. Por isso, ao adotar uma solução outsourcing de infraestrutura e TI, as fintechs vão se beneficiar ao ter um parceiro especializado neste mercado, com produtos específicos para atende-los. Mais do que as melhores soluções em tecnologia, elas poderão garantir:

  • conhecimento do setor, regulamentação e de normas que devem ser seguidas;
  • suporte personalizado;
  • integração entre os sistemas; e
  • segurança.

Quer saber mais como você poderá ter todos esses benefícios? Fale com um dos consultores da RTM.

Leia também: Como aplicar uma estratégia omnichannel em instituições financeiras. 

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