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Corporate Venturing: investimento e criação

Corporate Venture: descubra o formato de inovação ideal para a sua empresa

Descubra o formato de inovação ideal para a sua empresa

Em tempos de muita velocidade das mudanças, mais do que se condicionar ao ambiente vigente, é preciso desenvolver um ecossistema favorável a sua empresa. Por consequência, a inovação se tornou um imperativo para todas as organizações. Para alcançar esse objetivo, as empresas estão traçando estratégias “fora da caixinha” e estabelecendo novas formas de comunicação com o mercado. A saber, uma delas é o Corporate Venturing. Ele consiste em um conjunto de práticas de investimento e criação de novos negócios, originário de dentro da empresa ou da conexão com startups. O Corporate Venturing é uma forma de responder a empresas entrantes com inovações disruptivas e novos modelos de negócio.

São inúmeras as razões que podem levar a sua corporação a se unir a outra por meio do Corporate Venturing. Mas, seja ela qual for, o importante é manter foco em dois pontos para definir que tipo de relacionamento é o mais indicado para vocês.

A biologia nos explica. Quando um novo organismo é inserido em um ecossistema, todas as relações ao seu redor podem mudar. Assim aconteceu também com o ecossistema empreendedor no Brasil nos últimos anos. Tudo por causa da chegada de um player que, até então, vivia distante do movimento empreendedor: as grandes corporações.

Formatos de relacionamento com startups

Primeiramente, escolha o melhor formato de conexão com startups a partir do que você quer atingir. Para que isso aconteça, é preciso fazer um alinhamento estratégico entre dois pontos:

1. O que sua empresa quer alcançar:

Exemplos:

  • Criar novos negócios
  • Resolver problemas atuais que melhorem a eficiência do seu negócio
  • Montar um portfólio de investimento em startups
  • Oxigenar sua cultura
  • Reforçar seu branding como uma empresa inovadora

2. Com quem sua corporação quer se conectar para atingir esses objetivos estratégicos:

Exemplos:

  • Com uma startup com estágio inicial
  • Com uma startup  já consolidada
  • Com uma startup de fintech
  • Com uma startup de internet das coisas

Portanto, à medida que você tem clareza do que quer alcançar e com quem quer se conectar, fica fácil definir o melhor formato de relacionamento. Confira os principais:

Formatos de Corporate Venturing

Apresentamos um menu de opções de investimento. Ele vai desde iniciativas com menor comprometimento de recursos da grande empresa – quando as oportunidades ainda são nascentes – até um modelo de maior comprometimento de recursos e oportunidades mais consolidadas. Confira:

Hackathon

É uma iniciativa de aproximação, uma espécie de gincana, que tem o objetivo de promover o desenvolvimento de soluções por parte de empreendedores para problemas específicos das corporações. É um evento que reúne programadores, designers e outros profissionais ligados ao desenvolvimento de software.

Assim, os participantes têm a oportunidade de concorrer a prêmios, conhecer outros profissionais da área, fazer networking e participar de um projeto colaborativo. Sem dúvida, o que faz um evento como esse ser um sucesso é o desafio e, claro, a diversão. Só para ilustrar, temos o caso da Embracon, que acaba de anunciar sua primeira Hackathon com prêmios que chegam até R$ 5 mil.

Incubação ou co-working

Oferecimento de serviço de suporte e espaço físico para os primeiros passos de uma startup. Por exemplo, o Google for Startups Campus, um espaço de incentivo e encontro de empreendedores, que tem unidades em São Paulo, Londres, Madrid, Seoul, Tel Aviv e Warsaw. A incubadora tem cafés, espaços de vivência e promove eventos e cursos.

Pré-aceleração

Programas de curta e média duração de fornecimento de conteúdo para levar o projeto da ideia ao MVP (Minimum Viable Product), versão mais simples de um produto que pode ser lançada com uma quantidade mínima de esforço e desenvolvimento. Nesse formato, existe apoio de mentoria, capacitação e investimento para uma startup em estágio inicial, em troca de uma potencial aquisição de participação nessa startup.

Aceleração

É atualmente o formato dominante de Corporate Venturing no Brasil. Consiste em programas de aporte de start money em troca de equity (dívida conversível/opção de compra) a um grupo de startups ou funcionários da corporação, ou seja, participação nessa startup. Um exemplo é a Darwin Startups, eleita, em 2018, a melhor aceleradora do país pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups).

O programa de aceleração, que conta com o apoio da RTM, B3, Neoway, Safra e TransUnion, tem o objetivo de atrair empreendedores que buscam resolver problemas reais nos mercados em que atuam, oferecendo aporte financeiro, mentoria, capacitação, entre outros benefícios.

Contratação de Serviços

Esse formato de Corporate Venturing é bem interessante. Consiste em programas de conexão para realização de pilotos para a startup ter a corporação como cliente. A empresa estabelecida atua como “cliente anjo” da startup, que passa a ser fornecedora de produtos e serviços dessa grande empresa. É o caso da Fast Dating, programa de encontro de 10 minutos que a Tecnisa realiza com empresas, independente do seu tamanho, que queiram oferecer produtos, serviços ou ideias inovadoras que possuam relação com a atuação da Tecnisa.

Parceria

Iniciativas de desenvolvimento conjunto de soluções para determinado tema ou problema em diferentes formatos. Trata-se da elaboração unida de uma nova oportunidade entre a empresa estabelecida e a startup.

Corporate Venture Capital (CVC)

Nesse modelo, a grande empresa atua como um Venture Capital formando um portfólio de investimento em startups para ter retorno financeiro e estratégico, visando a criação de novos negócios. O investimento, nesse caso, pode ser feito por capital da própria empresa ou por meio de um fundo separado. Empresas como Intel e Google vêm adotando o CVC.

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